quinta-feira, 30 de junho de 2011

Resultados C. Brasileiro série A-7° rodada


  • Qua 29/06/2011 - 19h30 São Januário

    VAS 0 3 CRU

  • Qua 29/06/2011 - 19h30 Olímpico

    GRE 2 2 AVA

  • Qua 29/06/2011 - 19h30 Arena do Jacaré

    AMG 2 3 FLA

  • Qua 29/06/2011 - 21h50 Morumbi

    SPO 0 2 BOT

  • Qua 29/06/2011 - 21h50 Orlando Scarpelli

    FIG 2 1 SAN

  • Qua 29/06/2011 - 21h50 Pituaçu

    BAH 0 1 COR

  • Qui 30/06/2011 - 19h30 Canindé

    PAL 2 0 ATG

  • Qui 30/06/2011 - 19h30 Couto Pereira

    CFC 3 1 CEA

  • Qui 30/06/2011 - 21h00 Engenhão

    FLU 3 1 CAP

  • Qui 30/06/2011 - 21h00 Arena do Jacaré

    CAM 0 4 INT

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Flamengo sofre, mas derrota América MG fora de casa

Ronaldinho comemorando gol.
   A rotina de empates do Flamengo parece ter sido superada. Na noite desta quarta-feira, o Rubro-Negro sofreu, mas conseguiu derrotar o América-MG por 3 a 2, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Vitória com a marca de Ronaldinho. Autor de dois gols, o 'Dente', como é chamado pelos companheiros, não foi brilhante. Mas soube decidir. Foi dele o primeiro, de falta, e o terceiro, após ótima jogada de Bottinelli. Deivid também marcou, chegando a quatro gols na competição. Um a menos que o Gaúcho, que  assume a artilharia do nacional.
   O Coelho deu trabalho, conseguiu a virada no primeiro tempo, mas se encolheu demais na segunda etapa e convidou o adversário para jogar no seu campo. A expulsão de Leandro Ferreira, aos 27 da etapa final, também atrapalhou. Alessandro e Anderson marcaram para os mineiros, mas não bastou.
   Com o resultado, o Fla chega a 13 pontos, sobe quatro posições e assume o terceiro lugar na tabela. O América, com cinco, continua em 17º, na zona de rebaixamento, e ainda pode ser ultrapassado. Mas os jogos das 21h50m podem mudar o panorama.
   Ronaldinho não precisa de muito para fazer valer o talento que tem. E sabe disso. Quando quer jogar e se concentra, quase sempre consegue fazer a diferença. Foi assim no início do primeiro tempo. Poucos toques na bola, alguns bons passes e categoria numa cobrança de falta. O zagueiro Gabriel errou feio ao derrubar o Gaúcho tão perto da área. O camisa 10 colocou a bola no canto de Flávio. Na tentativa de se antecipar, o goleiro ficou sem ação e não conseguiu evitar o gol: 1 a 0 com apenas dez minutos. R10 chegou a quatro gols no Brasileirão e nove na temporada, sendo o segundo de falta. Marcara o primeiro na decisão da Taça Guanabara.
   Abrir vantagem no placar era algo que o Flamengo não conseguia desde a estreia contra o Avaí. Mantê-la é que foi o problema. Na Arena do Jacaré, o time de Vanderlei Luxemburgo dominou as ações durante meia hora, mas foi pouco efetivo. Com Willians, Luiz Antonio e Renato, o poder de marcação do meio-campo até aumentou – as pancadas também. A defesa voltou a falhar feio na bola parada, assim como no gol sofrido contra o Atlético-MG, sábado passado. Em uma das sucessivas faltas cometidas pelos rubro-negros na intermediária, Amaral levantou, Welinton cabeceou para trás e acertou o travessão de Felipe. Na sobra, Angelim tentou dominar e permitiu que Alessandro aproveitasse o rebote, aos 37.
   Os gritos da torcida rubro-negra por Negueba começaram pouco depois do primeiro gol do América. O garoto voltou do intervalo no lugar de Luiz Antonio, na mesma formação que terminara a partida contra o Galo. Aberto pela direita, ele foi sempre uma boa alternativa e deu velocidade ao time nos contra-ataques. Léo Moura avançou um pouco mais, Ronaldinho arriscou alguns dribles objetivos, Thiago Neves despertou, e Deivid, enfim, começou a se mover para dar opções. Funcionou, aos 10. Thiago Neves dominou na entrada da área, limpou para o chute, mas resolveu dar o passe. Dentro da área, Deivid girou e bateu cruzado: 2 a 2. Na comemoração, ele distribuiu palavrões na direção da arquibancada.
   Com o cartão vermelho, os dois treinadores mudaram. Luxa tirou Willians e colocou Bottinelli. Mauro Fernandes tirou Rodriguinho e Fábio Júnior para as entradas de Fabrício e Willian Rocha, respectivamente. Virou jogo de ataque contra a defesa. O técnico do Flamengo percebeu e fez outra troca, colocando Diego Maurício no lugar de Deivid. O Flamengo tinha a bola a maior parte do tempo, ocupava o campo do adversário, mas sem conseguir chegar perto do gol. Os chutes de longa distância de Bottinelli foram boas opções, mas foi Ronaldinho quem decidiu. Aos 39, o argentino recebeu na intermediária, teve tempo de olhar e enxergar R10 livre. O Gaúcho ajeitou e bateu colocado, longe do alcance de Flávio: 3 a 2.
   O árbitro deu três minutos de acréscimos, o Flamengo recuou, e o América-MG ainda rondou o gol rubro-negro. Era o efeito colateral da falta de marcadores. Exposto, Welinton era facilmente envolvido. Mas, para sorte da torcida rubro-negra, o tempo era curto.

 Fonte: globoesporte.com

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Resultados C. Brasileiro série A-6° rodada

Flamengo 4x1 Atlético mg
Atlético pr 0x2 Bahia
Cruzeiro 2x1 Coritiba
Corinthians 5x0 São Paulo
Botafogo 2x1 Grêmio
Avaí 0x1 Fluminense
Ceará 2x0 Palmeiras
Inter 4x1 Figueirense
Atletico go 0x1 Vasco

Corinthians superior, goleia São Paulo em jogo memorável

Comemoração do gol de Liédson.
   A equipe de Tite já era absoluta no Pacaembu antes mesmo da tola expulsão de Carlinhos Paraíba aos 40 minutos do primeiro tempo.
   Porque o São Paulo naturalmente sentiu os muitos desfalques – Rhodolfo, Miranda, Rodrigo Souto, Juan, Casemiro e Lucas, sem contar Luís Fabiano que ainda não estreou – e a formação muito jovem, mas o Corinthians também impôs estilo e superioridade física desde o apito inicial.
   Taticamente, o técnico Paulo César Carpegiani manteve a prática de armar sua equipe em função do adversário. Ou seja, o mesmo 4-3-2-1 das últimas partidas tentando encaixar a marcação no 4-2-3-1 alvinegro.
   O Corinthians foi melhor durante toda a partida contra um São Paulo defensivo e sem brilho ofensivo. A expulsão de Carlinhos Paraíba, aos 40 minutos da etapa inicial, foi decisiva para a história do clássico. Em apenas 16 minutos da parte final do Majestoso, o Alvinegro já vencia por três gols de vantagem, arrancando gritos de “olé” e de “o freguês voltou" da Fiel.
   Mais do que o massacre, os corintianos deixaram o Pacaembu com o sabor de vingança nos lábios. Rogério Ceni, que fez seu centésimo gol no último encontro entre as equipes, falhou no gol de Jorge Henrique, que fechou o placar, e levou a torcida ao delírio. É a maior vitória do Timão sobre o rival na história do Brasileirão, igualando feito de 1996.
   O Corinthians não deu tempo para o São Paulo respirar no primeiro tempo. Tite apostou novamente na marcação sob pressão, em cima dos defensores rivais, adiantando suas peças. Vaiado pela torcida alvinegra pelo gol marcado no último encontro entre os clubes, Rogério Ceni desta vez trabalhou com as mãos em ótima defesa no canto direito após chute do homem surpresa Paulinho, logo a um minuto.
   A formação defensiva, porém, permitiu que o Corinthians dominasse o jogo. O São Paulo só reagiu nos contra-ataques. Em um dos poucos que os atacantes conseguiram acertar, faltou pontaria. Dagoberto, aos 28, desperdiçou bela oportunidade ao furar na área um cruzamento vindo de Jean pela direita.A chuva que caiu sobre São Paulo neste domingo não esfriou os ânimos no encontro de dois grandes rivais. Depois de ser punido com cartão amarelo por se desentender com Paulinho, Carlinhos Paraíba recebeu o vermelho ao fazer falta dura em Weldinho. O clima esquentou, e o árbitro Rodrigo Braghetto não economizou, com cinco advertências. O Timão ainda reclamou de um pênalti de Bruno Uvini em Willian, aos 35.
   O placar desfavorável afundou o São Paulo. A garotada se perdeu na marcação e sucumbiu diante da velocidade corintiana. Ralf carimbou a trave aos 14, dando uma amostra do que viria pouco depois, aos 15. Liedson girou sobre Xandão na área e disparou um torpedo para cima de Rogério Ceni, fazendo o terceiro.
   Carpegiani ainda tentou fazer sua equipe melhorar com as entradas de Ilsinho e Henrique. Em vão. O Corinthians não deu qualquer chance de reação e entrou no embalo dos gritos de “olé” vindos da Fiel. Ainda restava tempo para mais, aos 34. Danilo fez boa jogada e cruzou na medida para Liedson fazer o terceiro dele. Dois minutos depois, Rogério Ceni engoliu um frango em chute de Jorge Henrique. Era o que a torcida queria para ir embora do Pacaembu ainda mais feliz.

Fonte: globoesporte.com

sábado, 25 de junho de 2011

Em show de R10, Fla goleia Galo e cola no G4

   Ronaldinho Gaúcho é o termômetro do Flamengo. A partir do momento que o camisa 10 esquenta, o time embala e caminha junto. Foi o que aconteceu na noite deste sábado, no Engenhão. Com um golaço do craque, a equipe rubro-negra venceu o Atlético-MG de virada por 4 a 1 e conseguiu encerrar a incômoda sequência de empates. Além de Ronaldinho, Deivid (duas vezes) e Thiago Neves marcaram. Justamente na semana em que recebeu mais críticas desde que chegou ao clube, em função da frequência na noite carioca, o camisa 10 mostrou que ainda pode fazer a diferença. E o Atlético-MG pagou o pato. Depois de sair na frente do placar e recuar, viu o rival conseguir a reação com direito a "olé" da torcida.
R10 saldando a torcida após vitória
   Com o resultado, o Flamengo chega a dez pontos, subindo para a quinta colocação. O Galo fica com oito pontos, em sétimo. Na próxima rodada, o Fla enfrenta outro mineiro, o América, na quarta-feira, na Arena do Jacaré, enquanto o Atlético-MG recebe o Inter no mesmo local, mas na quinta-feira.
   Com muita disposição, os dois times jogavam em velocidade, mas até certo ponto afobados, o que determinava grande número de passes errados. No Flamengo, Ronaldinho, que teve seu nome gritado antes da partida, dava sequência às jogadas, mas encontrava os parceiros de frente - Thiago Neves e Wanderley - numa noite ruim. Léo Moura jogava com a disposição de sempre, mas Junior Cesar não conseguia acertar os cruzamentos.
   Com um meio-campo e um ataque rápido, o Galo subia bem algumas vezes, principalmente quando a bola chegava em Guilherme. Daniel Carvalho exagerava nos lançamentos e acertava muito pouco, facilitando a vida da zaga do Flamengo. O árbitro Wilson Luiz Seneme deixava o jogo correr, ignorando várias faltas, o que começou a irritar o time rubro-negro. O juiz teve que começar a trabalhar firme após entradas duras de Guilherme e Dudu Cearense. Os dois jogadores do Atlético-MG foram punidos com o cartão amarelo, assim como Thiago Neves, que reclamou muito após uma falta não marcada.
   Em menos de três minutos, o Flamengo criou duas boas chances e quase marcou, em chutes de Renato Abreu e Léo Moura que passaram muito perto. Mas o Galo também estava atento e aproveitava a desorganização dos três zagueiros do rival. Tanto que Felipe foi obrigado a fazer boa defesa em conclusão de Guilherme. A prova do equilíbrio da primeira etapa foi traduzida no número de passes errados - 23 a 23 - e a posse de bola, com o Flamengo com 51%, contra 49% do rival. E os comandados de Vanderlei Luxemburgo ouviram vaias na saída para o intervalo.
   Irritado com a atuação do time nos primeiros 45 minutos, o técnico Dorival Júnior voltou para o segundo tempo com Renan Oliveira e Neto Berola nas vagas de Daniel Carvalho e Magno Alves. O Galo ganhou mais velocidade e conseguiu sair na frente aos sete minutos. Serginho mandou o chuveirinho para a área, e Dudu Cearense, livre, desviou de cabeça para fazer 1 a 0.
   Sem ver saída para o Flamengo reagir, Luxemburgo fez duas alterações aos 14, colocando o time mais para frente. O zagueiro David Braz deu lugar ao atacante Negueba, enquanto o inoperante Wanderley saiu para a entrada de Deivid.
   E, finalmente, Ronaldinho apareceu como Ronaldinho. Foi aos 21 minutos, quando a bola foi cruzada da direita e encontrou o camisa 10 do lado esquerdo da área. Ele dominou na coxa e bateu com muito estilo, mandando no ângulo esquerdo para fazer um golaço. 1 a 1. Na comemoração, Ronaldinho fez um gesto reverenciando a torcida, como fazem os japoneses em sinal de respeito, apesar das vaias que recebeu no empate com o Botafogo.
   O gol serviu como uma injeção de ânimo para o Flamengo, que passou a criar diversas chances em sequência. Thiago Neves e o próprio Ronaldinho quase viraram o placar em chutes perigosos. O Galo, inexplicavelmente, parou de jogar, asstindo ao ataque rival trocar passes.
   A empolgação rubro-negra se transformou na virada aos 31, quando Negueba foi acionado na área pela direita e bateu cruzado, encontrando Thiago Neves livre para tocar para a rede e fazer 2 a 1. Festa no Engenhão.
   Solto em campo, Ronaldinho distribuía passes com categoria e ouviu mais uma vez seu nome gritado pela torcida. A galera rubro-negra voltou a vibrar aos 40, quando Muralha achou Deivid em boa condição, e o atacante bateu no alto, na saída de Renan Ribeiro, para fazer 3 a 1.
   Mas não parou por aí. Aos 45, o baile ficou completo. Leo Moura recebeu de Negueba e teve toda a calma do mundo para achar Deivid. O centroavante só empurrou a bola para o gol e fechou o caixão do Galo. Final: 4 a 1. Nos embalos de sábado à noite, Ronaldinho se destacou.


Fonte: globoeporte.com

Vettel novamente fica com a pole e vê adversários pelo retrvisor

     De novo Vettel fica com a pole-position, o alemão que é a sensação dessa temporada, já venceu 5 das 7 corridas disputadas.
    Dono da casa, o espanhol Fernando Alonso sai em quarto com sua Ferrari, seguido pelo brasileiro Felipe Massa, que na última volta tomou a quinta posição da McLaren de Jenson Button. Rubens Barrichello, da Williams, larga na 13ª posição.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Meninos da Vila brilham e peixe leva o tri na Libertadores

   Um esquadrão branco, infernal, que tomou a América de assalto. Com um ataque genial, imprevisível, artilheiro. Muitas vezes, o Santos foi descrito assim nos anos 60, quando Pelé e seus companheiros chacoalharam a América. O mesmo texto agora, 48 anos depois, serve para o time de Neymar, Ganso, Elano, Léo, Dracena, Arouca, Durval, Rafael. Sim, senhoras e senhoras: o Santos é, novamente, campeão da Taça Libertadores. Tricampeão (ganhou em 62, também sobre o Peñarol, e 63).
   A noite ficará guardada na memória de cada santista. A vitória, por 2 a 1, num Pacaembu apinhado, branco, cheio de santistas com lágrimas nos olhos, ainda teve Pelé vibrando como se estivesse em campo. Do seu camarote, o rei de todos os tempos socava o ar como se um dos gols tivesse sido marcado por ele.
   O Peixe e sua nova geração de ouro caminham a passos largos para ser campeão de tudo em 2011. No início do ano, manteve a supremacia em São Paulo. Agora, tornou-se rei da América. O terceiro passo poderá ser dado em dezembro, quando a equipe de Muricy Ramalho terá o Mundial de Clubes da Fifa pela frente. Será a chance de poder ver um duelo fabuloso: Neymar x Lionel Messi.
   Buscando acabar logo com o nervosismo e a angústia das arquibancadas, o Santos entrou em campo querendo um gol rápido. Os comandados de Muricy Ramalho acreditavam que, na pressão, o Peñarol se abriria. Puro engano. Apesar de boas investidas e jogadas inspiradas de Ganso, que acertou ótimos passes, faltou o chute certo. Os números dos primeiros 45 minutos ratificaram o domínio santista. O Peixe teve 67% de posse de bola, contra 33% do seu rival. Foram oito arremates ao gol uruguaio, contra apenas um dos carboneros.
    O primeiro lance de perigo veio em chute de fora da área de Elano, que exigiu grande defesa de Sosa. Neymar também teve chance, após passe precioso de Ganso, mas furou. O astro santista esteve sempre cercado por três jogadores. Gingava de um lado para o outro sem conseguir abrir o espaço. À medida que o tempo passava e o gol não saía, o Pacaembu ia murmurando, apreensivo. Léo também teve uma oportunidade ao invadir a área, com o goleiro batido, e errar o alvo. Durval, duas vezes de cabeça, também ameaçou. Sosa ainda brilhou em cobrança de falta de Elano da entrada da área.
   O Peñarol, limitado tecnicamente, se resumia a bloquear as investidas do adversário. Segurava o Santos, tentava encaixar um contra-ataque, que não veio em toda a primeira etapa. Assim, o jogo ficou morno. O Peixe murchou, perdeu o ritmo e passou a errar alguns passes, Arouca, principalmente.
   E aí vem Arouca, em desabalada carreira. Uma arrancada mágica, uma tabela esperta com Ganso, que passou para Neymar, que, enfim, soltava o grito preso na garganta do torcedor nas arquibancadas. Apenas dois minutos de jogo. Neymar, histórico. Um gol que vai ser lembrado para sempre pelos santistas. O gol que abriu caminho para o tricampeonato.
 


   Em seu camarote no Pacaembu, Pelé vibrava, reverenciando seu sucessor. Em campo, o craque alvinegro chupava o dedo, homenageando Mateus, que chega em novembro. O filho do ídolo santista vai nascer campeão continental. Pé-quente!
   O jogo continuou. Claro. Faltavam ainda longos minutos. Nas arquibancadas se abraçavam e choravam. Não dava para fazer os ponteiros correrem mais rápido? Não dava. Então, o Peixe tratava de dar as cartas em campo.
   A diferença técnica entre os times era gritante. O Santos, agora, tinha espaços para matar o jogo. O Peñarol tinha dificuldades para sair jogando. Não parecia possível o título escapar. Absolutamente.
   O Santos continuava em cima, muito melhor, trocando passes, colocando os uruguaios na roda. Nas arquibancadas, locura total. Então, Danilo arrancou pela direita, deixou o marcador para trás, cortou para dentro e entrou para a história. Pé esquerdo, canto direito do goleiro. Nova explosão no Pacaembu. Choro, abraços. O título estava mais próximo.
   Mas nada com o Santos é fácil. O Peñarol mostrou suas garras. Numa escapada pela direita, a bola cruzada, desvia em Durval, que tentou rebater e entra. Seria possível? Como em 2005, quando defendia o Atlético-PR, na final da Libertadores contra o São Paulo, o Rei do Sertão marcara um contra.
   Foi apenas um susto passageiro. Logo o Peixe retomou o dominio e teve até chances para marcar mais gols. Não precisou. No final, uma cena que não precisava ocorrer: jogadores das duas equipes trocaram agressões em campo, diante de uma Polícia Militar que pouco fez para conter os brigões. Nada, no entanto, que acabasse com o brilho da conquista do Peixe.

Fonte: globoeporte.com

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Santos x Peñarol, final da Copa Libertadores da América

   Logo mais a noite iremos presenciar a final da Copa Libertadores da América que para o Santos o que está em jogo é busca a honra de ser tricampeão da América. No Brasil, só o São Paulo tem três conquistas de Taça Libertadores. Durante 12 anos (entre 1993 e 2005), a dupla San-São dividia o topo do ranking de clubes brasileiros com conquistas continentais, mas o Tricolor desgarrou com o título conquistado sobre o Atlético-PR, há seis anos. Já para o Peñarol o que está em jogo é o chamado no Uruguai de El Campeón Del Siglo (o Campeão do Século), a equipe aurinegra é uma das mais vitoriosas da história do futebol. Tem cinco títulos de Libertadores e três mundiais. Uma vitória sobre o Santos consolidaria a retomada do clube carbonero, que viveu um período de ostracismo nos últimos anos, e do próprio futebol uruguaio, que voltou a mostrar sua força com a quarta colocação na Copa do Mundo do ano passado.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Jogador de 18 anos tem parada cardíaca e morre em campo no interior do Piauí

   Na tarde deste sábado o campomaiorense Leonardo de aproximadamente 18 anos de idade sofreu parada cardíaca e veio a óbito imediatamente enquanto participava da final de um torneio que acontece todos os anos na Fazenda Boa Esperança na cidade de José de Freitas. Leo, como era mais conhecido, jogava pelo time da Lagoa Seca que enfrentava a equipe do Citricon da capital Teresina. Ele sofreu para cardíaca no final do primeiro tempo após sofrer uma leve falta. No local havia dois médicos que constataram que o jovem morreu de parada cardíaca ainda dentro de campo. Leo foi levado para o necrotério do hospital de José de Freitas e em seguida para ser velado em sua residência em Campo Maior.

Fonte: 180graus

domingo, 19 de junho de 2011

Resultados C. Brasileiro série A-5° rodada

Fluminense 0x1 Bahia
América mg 1x1 Cruzeiro
Palmeiras 5x0 Avaí
Flamengo 0x0 Botafogo
Grêmio 1x1 Vasco
Figueirense 2x0 Atlético pr
Ceará 0x2 São Paulo
Atlético mg 0x1 Atlético go*
Coritiba 0x0 Inter*
Santos  x  Corinthians**

*andamento
**adiado

Fla empata com Botafogo em jogo abaixo do esperado

R10 e Fabio Ferreira disputando a bola
   Flamengo e Botafogo se acostumaram a protagonizar grandes clássicos nos últimos anos, com muitos gols e emoção de sobra. Neste domingo, os rivais fizeram um duelo pálido, triste. Bem abaixo do que sugeria o bom começo de campeonato alvinegro e o preço do elenco rubro-negro. O resultado foi um 0 a 0 fiel ao que se viu em campo. Foi o primeiro jogo sem gols no Brasileirão deste ano. Placar que tira parte da confiança do Botafogo e abala de vez um Flamengo que passou a ter o empate como seu resultado padrão.
   O Botafogo iniciou a partida forçando a jogada pela ponta esquerda. Ora com Cortês, ora com Everton. Léo Moura sofreu na marcação e teve de contar com o auxílio de David Braz no setor. O Alvinegro era mais perigoso, porém, o esquema com apenas Herrera no ataque dificultou a conclusão das jogadas.
   Padecendo dos mesmos males de outras partidas (excesso de passes errados, falta de um articulador e atacantes isolados), o Flamengo mal conseguiu passar do meio-campo nos 20 minutos iniciais. A primeira chance foi aos 22, quando Jefferson se enrolou com Fábio Ferreira e a bola sobrou para Diego Maurício. Desequilibrado, o atacante chutou fraco e Alessandro não teve dificuldade para salvar.
   Com o disperso Ronaldinho Gaúcho isolado na frente, o Flamengo passou a jogar todo fechado, atraindo o Botafogo para seu campo. Alex teve ótima chance em falha de David Braz. Pouco depois, Felipe salvou o Fla em bom chute de Bruno Tiago. O gol do Botafogo parecia questão de tempo. Mas a aparência enganou. O ímpeto parou por ali.
    O Flamengo vivia de lances esporádicos, como  uma fraca cabeçada de Luiz Antônio. Era um time lento, previsível, sem alma. Thiago Neves conseguiu finalizar uma bola na lateral: era o resumo perfeito da tarde rubro-negra. Na única chance real da equipe de Luxemburgo, Willians tentou fazer um gol de calcanhar. Mandou para fora. A torcida, que já não acreditava muito no milagre, entregou os pontos de vez.
    No fim, a partida ganhou um pouquinho de emoção, com os dois times tentando ganhar dois pontos no erro do adversário. Eram dois times tensos. O Botafogo se abria. Luxemburgo lançou Negueba e Wanderley na esperança do gol que o fizesse sair do estádio como um grande estrategista. Tirou Thiago Neves e jogou para o alto a convicção de manter sempre Ronaldinho Gaúcho até o fim. O camisa 10 foi muito vaiado, mais do que na derrota para o Ceará, a única do Flamengo no ano.

Fonte: globoesporte.com

Com show de Luan Palmeiras goleia Avaí

Comemoração de gol: Wellington P. e Luan
   Interessante o mundo do futebol, capaz de transformar vilões em heróis, jogadores medianos em craques, tudo em questão de minutos. Neste domingo, contra o Avaí, no Canindé, o esforçado atacante Luan completava 50 jogos com a camisa do Palmeiras quase sem ser notado, criticado pela torcida e torcendo por uma renovação de contrato que é difícil de ocorrer. Pois o patinho feio teve seu dia de craque e foi o dono da festa na vitória por 5 a 0 sobre os catarinenses, resultado que coloca o Verdão na vice-liderança do Campeonato Brasileiro. Com quatro gols, o camisa 21 é o artilheiro isolado da competição. Com dez, o Palmeiras tem o melhor ataque até agora.
   Os dois gols e assistência deste domingo fizeram Luan ouvir o que tanto procurou nos seus 49 jogos anteriores: o nome gritado pelos mais de 10 mil torcedores. Muito por conta dele, o Palmeiras chega a 11 pontos na competição e cumpre a meta proposta por Felipão para as cinco primeiras rodadas: três vitórias e dois empates. O time ainda manteve a invencibilidade no Canindé: em seis jogos na temporada, seis vitórias, 15 gols marcados e nenhum sofrido.
   No início, o Avaí até conseguiu controlar o meio-campo, trocando passes e tentando confundir a defesa palmeirense. Mas o sistema desmoronou quando o Verdão resolveu jogar e fez o primeiro gol: na jogada de sempre, a bola parada, Marcos Assunção viu a bola chegar até o segundo pau e desviar em George Lucas antes de entrar. Lincoln, que estava na jogada, acabou creditado erroneamente com o gol.
    Luan jogava tão bem que virou bola de segurança do Palmeiras. Na hora do aperto, o camisa 21 buscou o jogo, pediu o passe. E quando recebeu, partiu para cima sem se envergonhar, assim como não se envergonha em acompanhar o lateral adversário até a linha de fundo, marcando muito. Numa de suas escapadas, fez mais um golaço, o terceiro do Verdão. Logo depois, deu a assistência para Kleber colocar a bola no ângulo esquerdo de Aleks - 4 a 0, sem muito trabalho. Em atitude inédita, a torcida gritou muito o nome de Luan, o nome do jogo.
   E foi assim, administrando, que o Palmeiras levou os 45 minutos finais: cadenciado, o Verdão assustava em alguns contra-ataques. 4 a 0 já era um placar pra lá de excelente... Até que Lincoln sofreu pênalti de Acleisson, aos 26 minutos.
   O capitão Kleber não teve dúvidas: gesticulando muito, chamou Marcos para a cobrança. Sem jeito, o camisa 12 respondia com um “não, não”. Os zagueiros chegaram nele, tentaram empurrá-lo. Quando o goleiro deu alguns passos à frente, a massa foi à loucura, antevendo um momento único na história do Palmeiras. No entanto, foi alarme falso: com a negativa do “Santo”, Kleber pegou a bola e fez o quinto gol, fechando o melhor jogo do Palmeiras na temporada.

Fonte: globoesporte.com

São Paulo líder vence Ceará

Jogadores do São Paulo comemorando gol
    A molecada do São Paulo fez história no Campeonato Brasileiro neste domingo. Com sete desfalques por problemas físicos e oito jogadores vindos das categorias de base, o Tricolor superou a pressão de atuar no estádio Presidente Vargas e venceu o Ceará por 2 a 0, em Fortaleza, mantendo a liderança e os 100% de aproveitamento. Principal jóia da nova geração do clube, Lucas fechou o placar com um golaço driblando até o goleiro Fernando Henrique. Marlos fez o outro. Destaque também para Rogério Ceni por defender um pênalti no primeiro tempo e realizar defesas milagrosas na etapa final.
   O triunfo no Nordeste não só confirma a reação do São Paulo após o frcasso na Copa do Brasil como dá ao São Paulo um feito inédito. Desde 2003, quando o sistema de pontos corridos foi adotado, nenhuma equipe havia obtido cinco vitórias consecutivas nas primeiras rodadas. Com o ótimo início no torneio, o Tricolor dispara na ponta da classificação, agora com 15 pontos, quatro a mais que o Palmeiras. Na próxima rodada, faz o clássico contra o Corinthians, domingo, às 16h, no Pacaembu.
    A necessidade de se recuperar no Campeonato Brasileiro fez o Ceará transformar o estádio Presidente Vargas em um caldeirão. A torcida compareceu em peso, e o técnico Vágner Mancini lançou o time ao ataque. Apostando na velocidade, o Vozão optou por uma marcação pressão nos primeiros minutos e confundiu a saída de bola do São Paulo.
   Casemiro e Lucas, encarregados de levar o Tricolor para o campo de ataque, erraram bastante e praticamente não acionaram Henrique e Marlos. Os laterais Jean e Juan também esbarraram na boa marcação adversária e ficaram presos na defesa. Melhor para os cearenses, que perderam boas chances de marcar com Iarley, lento para finalizar, e Osvaldo, parado por boa defesa de Rogério Ceni.
   Como aconteceu no primeiro tempo, o Ceará apostou na pressão para tentar empatar. A igualdade só não veio aos quatro minutos por um milagre. Livre na área, Iarley chutou e a bola explodiu na zaga quase em cima da linha. No rebote, Thiago Humberto mandou outra bomba que novamente acertou a defesa.
   A tática do contra-ataque deu certo para o São Paulo aos 21. O Tricolor pegou a defesa do Ceará aberta e ampliou o placar com um golaço de Lucas. Ele recebeu na entrada da área, passou por um marcador, pelo goleiro Fernando Henrique e só tocou para a meta vazia.

Fonte: globoesporte.com

Marroquina vence e bate o recorde da Maratota de SP

Marroquina vence Maratona de São Paulo
   Com uma arrancada espetacular no último quilômetro de prova, Samira Raif, do Marrocos, venceu a 17ª edição da Maratona de São Paulo, neste domingo. A atleta completou os 42 km com o tempo de 2h36m01s e baixou o recorde da prova, que pertencia a Maria Zeferina Baldaia, de 2002, em seis segundos. A queniana Rumokol Chepkanan foi a segunda a cruzar a linha de chegada, com o tempo de 02h36m46s. Nancy Kipron, também do Quênia, terminou em terceiro (02h36m46s). Sueli Pereira da Silva garantiu o quarto lugar para o Brasil, com 02h39m10s. Magdaline Jepkorir, outra queniana, foi a quinta colocada (02h40m22s).
   Pela primeira vez no Brasil, Samira quebrou o recorde da prova paulista em sua terceira participação em maratonas. Antes, ela só havia participado de disputas de 42 km em dois locais: em Hong Kong e no Canadá.
   Entre os homens, David Kemboi terminou em primeiro, com o tempo de 02h11m53s e chegou a 34 segundos do recorde de Vanderlei Cordeiro, obtido em 2002. O etíope Haylu Abebe (02h13m12s) e o tanzaniano Musenduki Mohamed (02h18s43s) vieram em seguida. Os brasileiros Laelson da Silva (02h20m15s) e Jair José (02h21m06s) ficaram com o quarto e quinto lugares, respectivamente. O Quênia agora soma nove vitórias contra sete do Brasil. O Marrocos tem um título.
   
Em domingo de sol, com 19º C de temperatura, a elite feminina largou às 7h50m, na Ponte Estaiada, cartão postal da cidade, 35 minutos antes do início da corrida masculina. As quenianas lideraram desde o começo, com Rumokol Chepkanan, estreante em maratonas, à frente das compatriotas Magdeleine Chemjor e Nancy Kipron e também da marroquina Samira Raif. O pelotão das atletas brasileiras não conseguiu acompanhar o ritmo das africanas.
    Após metade da prova (21 km), Rumokol deu uma fuga e abriu boa distância para Magdeleine, que ficou para trás. A queniana liderou até o 41º quilômetro, mas sentiu o cansaço e diminuiu o ritmo.
    Com um sprint apurado, Samira mostrou garra e ultrapassou Rumokol. A marroquina chegou a se confundir com o caminho da prova, mas arrancou firme para vencer a corrida, com direito a recorde e aplausos da torcida brasileira. Assim que cruzou a linha de chegada, Samira ergueu os braços e foi ao chão, exausta. Mas foi apenas um susto. Ela foi atendida pelos médicos, se recuperou rápido e subiu ao pódio para receber a medalha de ouro.
   O queniano James Kwambai, coelho da prova (atleta com a função de forçar o ritmo), puxou o pelotão de elite, acompanhado dos compatriotas David Kemboi e Patrick Ivuti. Damião Ancelmo de Souza foi o único brasileiro que conseguiu correr ao lado dos africanos até a metade do percurso (21 km).

Fonte: globoespote.com

sábado, 18 de junho de 2011

Com gol de Jóbson Bahia derrota Fluminense que é vaiado

Conca, que mais uma vez não conseguiu decidir pro Fluminense.
   Na reestreia de Abel Braga diante da torcida tricolor, o Fluminense mostrou a mesma falta de padrão e insegurança que se repete desde o início da temporada. Melhor para o Bahia, que  teve Jobson inspirado, principalmente na etapa final. Depois de esbarrar algumas vezes na boa atuação do goleiro Diego Cavalieri, o atacante marcou o gol da vitória por 1 a 0, aos 47 minutos do segundo tempo, em contra-ataque fulminante. Um gol que contrasta com o momento delicado do destaque da partida. Na próxima terça-feira, Jobson será julgado na Suíça pelo caso de doping em 2009, quando ainda pertencia ao Botafogo. Um drama que começou justamente no Engenhão, palco da boa atuação deste sábado, e agora pode ter como consequência o fim de sua trajetória no futebol.
   O Flu não perdia para o Bahia em Campeonatos Brasileiros havia 21 anos (ou 11 jogos). A última vitória baiana fora no dia 04/10/90: 4 a 1 nas Laranjeiras. Já o Bahia não vencia pela Série A desde o dia 30/11/2003, quando bateu o Corinthians por 2 a 1.
   Com uma escalação ofensiva, o Bahia começou com mais ímpeto. Logo no início, porém, o centroavante Souza se machucou. Em seu lugar, entrou o estreante Junior, que possui as mesmas características de referência na área, o que manteve a estrutura tática armada por René Simões. E foi justamente do atacante a primeira grande chance da partida. Carlos Alberto, que fez sua primeira partida desde que chegou ao time, colocou a bola entre o trio de zagueiros do Fluminense e obrigou Diego Cavalieri a fazer boa defesa no chute de Junior.
   No segundo tempo o Bahia, porém, dominava o meio-campo e chegava com perigo. Jobson acertou a trave, num prenúncio do que estava por vir. Nos acréscimos, com o Flu quase todo no ataque em busca do gol, Marcos puxou o contragolpe, Ávine deixou Mariano no chão e serviu para Jobson concluir sem chances para Cavalieri que, desta vez, Cavalieri nada pôde fazer.

Fonte: globoesporte.com

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Empate fora de casa dá vantagem ao Santos

Chance perdida por Zé Eduardo.
   A taça sul-americana nunca esteve tão próxima de voltar à Vila Belmiro. Em 2003, o Peixe foi derrotado pelo Boca Juniors-ARG no primeiro jogo, em Buenos Aires, por 2 a 0 e já se afastou da conquista. No Morumbi, sofreu outro revés, por 3 a 1, e ficou com o vice. Desta vez conseguiu um bom resultado fora de casa.
   Um jogo estudado, com marcação forte no meio de campo. O Santos não se assustou com a festa impressionante que a torcida aurinegra fez no início da partida. Trocou mais passes, não permitiu pressão adversária e acertou uma bola na trave, com Bruno Rodrigo. O Peñarol, por sua vez, se mostrou uma equipe perigosa, que se faz de morta e, de repente, assusta nos contra-ataques.
   O Peñarol, mesmo sem ser avassalador, se aproveitou de bobeiras da zaga santista, que abusou das falhas nas coberturas. No último minuto do primeiro tempo, Darío Rodríguez perdeu a grande chance da etapa inicial, quando apareceu sozinho pela esquerda e optou por tocar de cobertura. A bola acabou subindo demais. Sorte santista.
   O segundo tempo começou com o Santos com a bola, trocando passes, empurrando o Peñarol para trás e, mais importante, sem dar o contra-ataque ao adversário. No entanto, mais uma vez, faltou criatividade ao time santista. Elano, que deveria ser o articulador de jogadas do Peixe, não conseguia acertar o último passe.
   No momento em que o Peñarol saiu mais, o jogo, finalmente, se tornou muito bom. Aberto, bem jogado, com os uruguaios apertando, mas dando espaços para os contra-ataques do Santos. Para tentar consertar o problema de armação de sua equipe, Muricy Ramalho tirou Elano e colocou Alan Patrick.
   O último lance do jogo foi o gol do Peñarol, mas sorte do Santos que o jogador etava em posição irregular. E assim o Santos leva uma mera vantagem por agora jogar em casa.

Fonte: globoesporte.com   

Segundo a CBF título de 1987 volta a ser do Sport

   No dia 21 de fevereiro deste ano, a CBF reconheceu o Flamengo como campeão brasileiro de 1987. A decisão, a princípio, colocaria fim a uma polêmica que já dura mais de 24 anos. Na ocasião, o presidente do Sport, Gustavo Dubeux, afirmou que não aceitaria dividir o título com o clube carioca e ressaltou que tomaria as providências cabíveis.
   Há três semanas, o Sport informou que a Justiça Federal de Pernambuco havia cassado o título do clube carioca, e a CBF deveria revogar a decisão imediatamente, ficando sujeita à multa diária de R$ 500. Na ocasião, Flamengo e CBF alegaram não terem sido informados da decisão judicial.
   Ao ser informado da decisão judicial, o Flamengo prometeu recorrer nas próximas horas e informou que levará o caso à Fifa.
   Posteriormente, o Flamengo divulgou uma nota oficial reiterando que vai recorrer da decisão na Justiça de Recife.

Fonte: globoesporte.com

terça-feira, 14 de junho de 2011

Comercial estréia na série D do Brasileirão

   Após assegurar a condição de representante do futebol piauiense na Série D de 2011, o Comercial Atlético Clube agora vai elaborar o planejamento para disputar seu primeiro Campeonato Brasileiro, a partir do dia 24 de julho, quando tem programada a sua estréia na cidade de Tucuruí, contra a equipe do Independente local, que também confirmou sua classificação na tarde deste domingo, ao conquistar o 2° turno do Campeonato Paraense.
Time titular do Comercial.
   Além de Comercial (de Campo Maior) e Independente (de Tucuruí), o Grupo A2 conta com as equipes do Trem (de Macapá), São Raimundo (de Santarém) e Sampaio Correa (de São Luis). A princípio, a cidade de Campo Maior figura como local dos jogos do time piauiense, mas a CBF pode fazer alteração dependendo de vistoria e dos laudos referentes ao Estádio Deusdedit de Melo.
Se o campeão piauiense permanecer jogando diante de sua torcida, a estréia em Campo Maior acontecerá na tarde de 31 de julho, diante do Sampaio Correa, pela terceira rodada. O Bodão vai encerrar sua participação em casa, jogando dia 11 de setembro, contra o mesmo Independente, de Tucuruí. Confira, a seguir, a tabela completa do Grupo A2, onde está situado o bicampeão da Taça Estado do Piauí.

sábado, 11 de junho de 2011

São Paulo derrota Grêmio e dispara na liderança

Comemoração ao gol de Casemiro.
   Com o segundo triunfo em casa, a equipe de Paulo César Carpegiani manteve os 100% de aproveitamento e foi aos 12 pontos na tabela de classificação. Já o Grêmio, que sofreu a sua segunda derrota na competição, estacionou nos seis pontos e caiu para a sétima colocação. As duas equipes voltarão a campo no próximo fim de semana. O time paulista irá no domingo a Fortaleza para enfrentar o Ceará. Já os gaúchos buscarão a reabilitação no estádio Olímpico contra o Vasco, no mesmo dia.
   O Tricolor começou a todo vapor. No 4-3-2-1, Carpegiani colocou Rodrigo Souto atuando fixo à frente dos zagueiros e fez um triângulo com Wellington pela direita e Casemiro pela esquerda. À frente, Lucas atuava aberto pela direita, Marlos pela esquerda, com Dagoberto, mais à frente, como peça mais centralizada. Com pegada na marcação, onde Wellington deu show, e velocidade na saída pelo ataque, o São Paulo encurralou o rival, que mal conseguia passar do meio-campo. A superioridade se refletiu aos 13, quando Casemiro arriscou de fora da área, a bola desviou em Fábio Rochemback e enganou Victor: 1 a 0.
   Irritado com a apatia de sua equipe, Renato Gaúcho mexeu no intervalo, sacando Neuton e colocando o atacante Lins aberto pela esquerda. Se no primeiro tempo o Grêmio viu o São Paulo jogar, na etapa complementar a partida ficou equilibrada, já que o time gaúcho adiantou seu meio-campo. O time paulista assustou primeiro aos cinco, com Dagoberto, que exigiu boa defesa de Victor. A resposta gremista foi imediata: aos oito, Fábio Rochemback cobrou falta, e Casemiro, de cabeça, testou contra o patrimônio: gol contra e 1 a 1 no placar.
   O São Paulo voltou a tomar a iniciativa em busca do segundo gol, enquanto o Grêmio tinha mais espaço no contra-ataque. Aos 11, Marlos avançou pela esquerda e só não marcou porque Victor fez grande defesa. Dois minutos depois, festa no Morumbi com o gol de Marlos, que recebeu passe açucarado de Lucas e bateu forte. O goleiro gremista não conseguiu defender.
   O Grêmio foi com tudo em busca do empate e passou a deixar o contra-ataque para o São Paulo. Aos 25, Rogério Ceni fez milagre em falta de Fábio Rochemback. Dois minutos depois, Renato Gaúcho partiu para o tudo ou nada com as entradas de Marquinhos na vaga de Gabriel e Roberson no lugar de Júnior Viçosa. Carpegiani respondeu com a mudança do esquema para o 3-5-2 com as entrada de Bruno Uvini e Ilsinho para as saídas de Juan e Marlos. O meia saiu aplaudido de campo.
As mudanças fizeram bem ao São Paulo, que voltou a ter o controle da partida. Aos 36, Dagoberto perdeu um gol inacreditável. Três minutos depois, no entanto, saiu o terceiro: o atacante compensou a falha no lance anterior com uma assistência perfeita para Jean que, impedido, driblou Victor e bateu para o gol vazio. Jogo definido para uma atuação de um time que foi soberano em campo.
                                                                                             
                                                                                                  Fonte: globoesporte.com

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Vasco festeja título com a torcida

Dedé erguendo a taça.
   Para chegar ao gramado da Colina, os jogadores passaram por um túnel inflável que lembra um vagão de trem em homenagem ao já consagrado Trem-Bala da Colina. Já no campo, debaixo de chuva, o time deu a volta olímpica. Logo depois, os jogadores subiram ao alambrado para saudar os torcedores mais de perto. Alguns chegaram a invadir o gramado para comemorar.
   Autor do segundo gol contra o Coritiba e um dos grandes destaques do jogo, Eder Luis também se emocionou ao entrar no gramado de São Januário.
- Passamos por alguns momentos difíceis, mas isso (a festa) faz a gente esquecer de tudo. Desde que cheguei me identifiquei muito com o Vasco. Espero que eu possa continuar a fazer meu trabalho. Quero escrever meu nome na história do clube.
   Enquanto uns choravam, outros extrapolavam. Ramon, Alecsandro e Elton pularam a grade que separa o campo da torcida e celebraram a conquista inédita junto a mais de cinco mil torcedores. Os três foram carregados nos ombros.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Seleção bate Romênia na despedida de Ronaldo

    O jogo era histórico. A noite era decisiva para alguns jogadores. Empolgados com Ronaldo, mas pouco inspirados sem o Fenômeno. Assim foi o triunfo da Seleção Brasileira por 1 a 0 sobre a Romênia no Pacaembu nesta terça-feira, último dia do camisa 9 com a amarelinha. O dono da festa, que entrou em campo aos 30 minutos da etapa inicial e saiu no intervalo, viu outro artilheiro decidir o duelo. Em passe de Neymar, considerado o sucessor do ídolo no time canarinho, Fred fez o gol do triunfo.
    A disputa de alguns jogadores era por uma vaga na Copa América. Atletas como Fred, Jadson, Thiago Neves e Lucas (São Paulo) tiveram alguns minutos para colocar uma dúvida na cabeça de Mano Menezes, que vai anunciar a lista do torneio em coletiva após a partida no Pacaembu. Para muitos dos atletas que enfrentaram a Romênia, o próximo compromisso será no dia 3 de julho, contra a Venezuela, em La Plata, pelo campeonato continental.
Comemoração ao gol feito por Fred.
   A festa começou aos 28. Ronaldo saiu do vestiário e se dirigiu à linha lateral. Ovacionado pelos torcedores que compareceram ao Pacaembu, o jogador entrou em exatamente aos 30 minutos. O escolhido para sair foi o autor do gol Fred, que fez reverência ao Fenômeno antes de deixar o gramado e ser cumprimentado pela comissão técnica.